Atletismo em Cadeira de Rodas
O atletismo faz parte do programa dos Jogos Paraolímpicos desde a primeira edição, em Roma-1960. Mas foi apenas em 1984 que o Brasil conquistou as primeiras medalhas na modalidade, em Nova Iorque (EUA) e em Stoke Mandeville (Inglaterra). O Brasil ganhou naquele ano, doze medalhas de prata e três de bronze. Hoje o País tem 109 medalhas em jogos paralímpicos.
O atletismo paralímpico é praticado por atletas com deficiência física, visual ou intelectual. Há provas de corrida, saltos, lançamentos e arremessos, tanto no feminino quanto no masculino. Os competidores são divididos em grupos de acordo com o grau de deficiência constatado pela classificação funcional. Os atletas são divididos em grupos de acordo com os seu grau de deficiência, por exemplo: Os que disputam provas de pista (velocidade, meio fundo e fundo), levam a letra T (de track) em sua classe.
O atletismo para deficientes físicos inclui no seu programa provas como: 100m, 200m, 400m, 800m, 1.500m, 5.000m, 10.000m, 4 X100, 4 X400. As provas realizadas no campo são: Lançamento de disco, lançamento de dardo, arremesso de peso, arremesso de bastão, salto em altura, salto em distância e salto triplo.
As cadeiras de rodas para cada atleta é feita sob medida para cada um, essas cadeiras de corrida podem custar até 75 mil reais, quando produzidas por fibra de carbono. Equipes precisam de grandes investidores para terem um bom equipamento adequado, para que se possa disputas competições.
Classificação:
Os competidores são divididos em grupos de acordo com o grau de deficiência constatado pela classificação funcional. Os que disputam provas de pista e de rua (velocidade, meio-fundo, fundo e maratona) e salto em distância, levam a letra T (de track) em sua classe.
Já os atletas que fazem provas de campo (arremessos, lançamentos e salto em altura) são identificados com a letra letra F (field) na classificação.
Para os atletas deficientes visuais, as regras de utilização de atletas-guia e de apoio variam de acordo com a classe funcional. Nas provas de 5000m, de 10.000m e na maratona, os atletas das classes T11 e T12 podem ser auxiliados por até dois atletas-guia durante o percurso (a troca é feita durante a disputa). No caso de pódio, o atleta-guia que terminar a prova recebe medalha. O outro, não. Há, também, situações específicas em que um guia que não estava inscrito inicialmente em determinada prova tenha de correr. Neste cenário, ele não recebe medalha, caso suba ao pódio.
Fontes: Comitê Paralímpico Brasileiro